Sabor do produto é incentivo para investimento no ramo gastronômico – Sirène

Sabor do produto é incentivo para investimento no ramo gastronômico

21/06/2018by sirenebr0
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Marca curitibana conquista investidores em SC e SP pelo sabor do “Melhor Fish’n Chips da vida

Foi necessário experimentar apenas uma vez o tradicional prato britânico para o empresário Patrick Manicka decidir apostar na marca curitibana famosa pelo Fish’n Chips. O ideal inovador do estabelecimento de rua, formato que tem crescido muito na capital paranaense, foi crucial e transformou uma viagem de férias em uma temporada de negócios. Quando estava morando em Porto Seguro, Patrick foi passar as férias em Curitiba e, por indicação de familiares, visitou a unidade do bar localizado na Rua Trajano Reis, conhecida pela noite agitada. “Fiquei encantado com o formato do lugar, com os produtos exclusivos, com os preços justos e principalmente com o conceito da marca, que traz o sereismo no nome (Sirène é sereia em francês) e o clima de praia para uma cidade grande”, conta Patrick, que vai levar a primeira unidade da franquia para Santa Catarina, na capital Florianópolis.

A proposta de investimento atrativa e a perspectiva de faturamento também são promissoras para o empresário. “Sempre trabalhei com comércio, porém nunca no ramo gastronômico, com certeza o Sirène será um grande aprendizado”, explica. Mas ele não é o único cliente que virou investidor do Sirène. Fábio Arazaki, responsável pela unidade de São Paulo, também foi cativado pela temática. “Na primeira vez que ouvi falar do bar, precisei ir ao local para experimentar. Depois de pedir o primeiro Fish’n Chips com chope, não consegui mais parar”, conta. O empresário é nascido em Londrina, no interior do Paraná, e nunca trabalhou com gastronomia, mas aposta na força e no formato. “Sempre quis me arriscar no mercado paulista e acredito que a aceitação do público em São Paulo será tão boa quanto em Curitiba”, torce o dono da primeira franquia Sirène da Avenida Paulista, coração da cidade.

Fábio Arazaki, franqueado da unidade São Paulo – Divulgação

Aposta certa e expansão

Uma pesquisa anunciada pela Associação Brasileira de Franchising no começo do ano mostrou que em 2017 o setor de franquias cresceu 8% no Brasil, indicando um cenário favorável para marcas que conquistam o público com produtos e conceito atrativos – ponto forte em negócios como o do Sirène. Apesar de pouco tempo no mercado, a marca é sinônimo de sucesso no ramo gastronômico. Dois anos depois da inauguração da primeira unidade, na Rua Trajano Reis, o Sirène já conta com três unidades na capital paranaense e duas franquias em construção, uma em São Paulo e outra em Florianópolis, com previsão de inauguração em poucos meses, atraindo clientes e investidores com o cardápio simples, tradicional e conceito inovador. “Muitos clientes perguntavam o que deveriam fazer para investir na marca”, explica Afonso Natal, um dos fundadores do Sirène, surpreso com a recepção do público empreendedor. Segundo ele foi necessário um ano inteiro de estudos para montar o sistema de franquias, agora disponível em três formatos: Express, Pocket e Standard, todos com um prazo de retorno de investimento em 12 e 24 meses. “Quando vimos que a marca tinha potencial, contratamos uma empresa de SP para nos ajudar a montar um modelo de franquia. No primeiro mês que anunciamos já foram vendidas três unidades”, revela, orgulhoso.

Com o sucesso do empreendimento, o advogado deixou a formação de lado para se dedicar exclusivamente ao bar. Seguindo seu exemplo, a colega de profissão Fabíola Rezende tomou coragem para novos negócios. “Já fapes-Raphael-Umbelino-Afonso-Neto-e-Lucas-Muller-sócios-da-marca-Foto-Fernanda-Santos-320×213.jpg 320w, http://sirene.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Alexandre-Lopes-Raphael-Umbelino-Afonso-Neto-e-Lucas-Muller-sócios-da-marca-Foto-Fernanda-Santos-600×400.jpg 600w” alt=”” width=”700″ height=”467″ />

Com o sucesso do empreendimento, o advogado deixou a formação de lado para se dedicar exclusivamente ao bar. Seguindo seu exemplo, a colega de profissão Fabíola Rezende tomou coragem para novos negócios. “Já fazia um tempo que eu estudava para concursos públicos e, em novembro de 2017, comecei a pensar em novas possibilidades de negócios e trocar ideia com conhecidos”. Foi no meio desse processo que Fabíola conheceu Carolina, uma de suas sócias hoje. Quando a amiga apresentou o Sirène, a advogada se identificou com o conceito logo de cara. Afinal, a maior parte do público do bar é feminino, pela afinidade das mulheres com o sereismo pregado pela casa. “Gostei da ideia da marca, até por ela já ser conhecida no mercado gastronômico em Curitiba, e por contar com um plano de mídias estruturado, tudo que eu buscava em um primeiro negócio”, conta. A quarta unidade do bar na cidade vai explorar um bairro diferente das outras três e deve abrir até junho.

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